Atitudes de uma Mulher – Marileide A. A. Carneiro

Por em 21 / fevereiro / 2017

Foi o próprio Deus quem ordenou que o homem não estivesse só. Deus criou Adão – nome do primeiro homem, criado do pó da terra. (Gn.2.7).

E da costela de Adão fez Eva. “Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, que adormeceu, tomou uma das suas costelas e fechou a carne naquele lugar; dessa costela o Senhor Deus formou uma mulher, entregando-a ao homem. Então o homem disse: “Agora sim! Esta é carne da minha carne e osso dos meus ossos. Ela será chamada mulher porque Deus a tirou do homem”. (Gn.2.21,22). RC

Deus sendo onisciente, não fez para Adão duas mulheres, e nem outro homem. Mas fez uma mulher chamada Eva. Não a fez da cabeça de Adão para que ela não fosse superior a ele, nem dos pés para que não fosse pisoteada, mas fez da costela para estar ao seu lado. 

A IMPORTÂNCIA DA COSTELA  

* ‘Os ossos da costela são finos, compridos e arqueados, não chegam a despertar interesse em que os observam; não são dotados de uma aparência privilegiada, mas desempenham uma função importantíssima; guardam, protegem o coração. São os ossos que se encontram mais próximo do coração do que qualquer outro. E não só o coração, mas também dos pulmões. Na caixa torácica formada pelos ossos da costela estão guardados três dos principais órgãos vitais: o coração e os dois pulmões.

Além disso, estes ossos possuem uma peculiaridade: estão presos à coluna vertebral e são os únicos ossos do corpo com capacidade de flexibilidade. Por isso, num caso de parada cardíaca, é possível a reanimação do indivíduo, já que a massagem é feita jogando-se o peso do corpo sobre o tórax da vítima’.

Deus fez o homem e a mulher com o propósito específico de perpetuar a raça humana. Cada um com seu sexo e características definidas.

É por isso que o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher, e os dois se tornam uma só pessoa. Tanto o homem como a mulher estavam nus, mas não sentiram vergonha. (Gn.2.24,25). RC

A primeira ordenança de Deus para com Adão e Eva foi: “sede fecundos, multiplicai-vos, e enchei a terra”. (Gn.1.28). Adão recebeu as bênçãos concedidas por Deus de ser o primeiro homem (Gn.2,7), o primeiro esposo (Gn.2.18-24), o primeiro pai (Gn.4.1,2) da face da terra.

A mulher, de fato, é a parte que faltava no homem para completá-lo. Quando Adão viu Eva, ele não questionou: Quem é você? De onde você veio? Mas ele disse: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne.” (Gn.2.23). Sendo assim, o cristão deve preservar a santidade do sexo, pois este é um dos principais meios para proteger o casamento contra a poluição do pecado.

Fica evidente que o casamento é o encontro da alma, do corpo e do espírito do homem e da mulher. São dois corações se tocando na intimidade de um relacionamento profundo e acolhedor.

Há pessoas que se casam erroneamente, sem ter convicção da vontade de Deus. Moram juntos, dividem espaços físicos, contas, mas não dividem suas dores, projetos e sonhos.

Para um casal viver uma vida conjugal sólida e harmoniosa é preciso que Jesus seja o centro da vida a dois. Saber que um depende do outro, que ambos são importantes e que é preciso estar em equilíbrio, ter compatibilidade, respeitar o outro, partilhar os mesmos sentimentos, alegrias, tristezas dores etc. Mas a verdade é que muitos fazem os votos matrimoniais perante testemunhas, pais e amigos, mas o principal ficou do lado de fora: Jesus. Temos que reconhecer que a base na vida conjugal é Cristo. Não existe casamento perfeito. Existe sim: o amor, compreensão, respeito, perdão tudo isto faz parte de uma convivência harmoniosa no dia a dia. É nessa convivência que podemos expressar nossos sentimentos para com o nosso cônjuge. O casamento duradouro é uma benção que Deus planejou para todos os seres humanos. Sendo assim, você deve cultivar e demonstrar amor, não apenas por palavras, mas com atitudes que prove a veracidade de seu sentimento para com Deus e seu cônjuge.

Que a benção do Senhor Jesus Cristo esteja sobre o vosso casamento.

 

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